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Fonte: Somar Meteorologia




20/01/2012: Plantio de milho e de soja na Argentina é retomado após chuva

A Bolsa de Cereais de Buenos Aires afirmou nesta quinta, dia 19, que produtores retomaram o plantio de milho e de soja depois das chuvas da semana passada, que aliviaram a falta de umidade no cinturão agrícola. Em seu relatório semanal, a bolsa afirmou que os produtores cultivaram 91,4% da área prevista para o milho, de 3,7 milhões de hectares, durante a temporada 2011/12.

A bolsa de Buenos Aires afirmou que o plantio foi realizado em 91,7% dos 18,85 milhões de hectares previstos para a soja nesta temporada e acrescentou que o lento movimento de uma frente de tempestades levará mais chuvas às lavouras durante os próximos sete dias. Mas algumas áreas não terão chuvas até o fim do período previsto.

Na última semana, o plantio havia chegado a 84,8% das lavouras. Por conta do clima quente e seco que prevalece desde o fim de novembro, a Bolsa de Grãos de Rosário e o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) haviam reduzido suas projeções para a safra de milho do país.

A Argentina é o segundo maior exportador mundial de milho, atrás dos Estados Unidos, e está em terceiro lugar nas vendas de soja. As tarifas de exportação de grãos e oleaginosas são uma importante fonte de receita do governo.

Perdas nas pastagens ultrapassam 2 milhões de hectares diante de clima adverso

Pelo menos 2,231 milhões de hectares da área de pastagem de Mato Grosso foi comprometida com a estiagem em 2010 e excesso de chuvas em 2011. Somado ao total de áreas degradadas no Estado, cerca de 9 milhões de hectares precisam ser recuperadas, o que custaria em média R$ 12 bilhões.

Ainda que a remuneração do produtor tenha sido satisfatória no ano passado, os ganhos ainda foram muito aquém do investimento necessário para a recuperar os pastos. O superintendente da Associação dos Criadores de Mato Grosso (Acrimat), Luciano Vacari, diz ser necessário uma linha de crédito compatível com a realidade do pecuarista para que o problema seja de fato revertido.

Com a reforma de pastagens, a produção do Estado pode subir para duas cabeças por hectare. Atualmente, a média é de apenas 1 cabeça por hectare sendo que nos locais onde é realizada integração lavoura-pecuária este número sobe para 5 animais dentro do mesmo espaço.



Fonte: IRGA / Notícias Agrícolas / Planeta Arroz / Portal do Agronegócio


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